MEDITANDO NO TRABALHO MISSIONARIO

Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.

Isaías 6:8

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

ASSISTA E CONHEÇA O PROJETO MOÇAMBIQUE DA EDITORA FIEL


O projeto Biblioteca do Pastor é um ministério que visa auxiliar pastores e líderes de igrejas nos países de língua portuguesa (APÓS LER ESTE TEXTO ASSISTA AO ARQUIVO ABAIXO).
"Fazemos isso, enviando ao pastor ou seminarista participante do projeto, um livro (ou mais) por mês. Os livros são selecionados pela Editora Fiel. O projeto também possibilita sua participação na conferência local da Editora Fiel".
Atualmente, o projeto está abençoando pastores do Brasil, Portugal, Moçambique, Angola, Cabo Verde, Timor Leste e Guiné-Bissau.
Adote um pastor! Participe do seu ministerio através de literatura.

Os meios para o sustento do pastor beneficiado pelo projeto são obtidos através de ofertas específicas enviadas por indivíduos ou igrejas que desejam “adotar” um pastor, e que assumem o compromisso de enviar as ofertas por um período determinado - de 1 a 3 anos, podendo ser renovado.
Você e sua igreja também podem adotar um pastor em um destes países! Atualmente temos muitos candidatos na lista de espera para serem “adotados”

Kevin e Edinéia Millard
Coordenadores do Projeto Biblioteca do Pastor
pastors@editorafiel.com.br
(12) 3919-9999 (Ramal 805)

domingo, 7 de agosto de 2011

A PROCURA DE OBREIROS


E, então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos.Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.Mateus 9:37,37

MEUS AMADOS IRMÃOS;

Nesta manhã, enquanto me recupero de uma crise de coluna, medito nos versículos acima. Lembro de minha igreja mãe em Petrolândia, que há quase dois anos está sem pastor, lembro da situação de nossa congregação aqui em Petrolina. Lá em Petrolândia, a igreja com poucos recursos, não teria condições de manter um pastor dignamente. Seria necessário, hoje uma associação de igrejas para naquela localidade, manter um líder.

Aqui em Petrolina somos três familias, mais um discípulo. Eu sou diácono e trabalho em uma escola de manhã até a noite de segunda a sexta e também alguns sábados. Nos sábados livres visito os meus idosos pais, pois devido a minha jornada só acho este tempo, apesar de estarem apenas 2 km de minha casa. M filhos e esposa estõ estudando e desempregados. 

Quanto ao Pr. Valdir, ele não recebe nenhum recurso financeiro. Quando o mesmo se mudou para Petrolina, foi pensando em oferecer melhores condições de estudos as filhas. Sua esposa é professora da rede estadual de Pernambuco(que paga o pior salário do Brasil). Ambos trabalham com produtos de Madeira e gesso e deste modo complementam a rede. Há perídos que trabalham até altas horas para suprir as encomendas.

Em virtude disso, precisaríamos de um pastor com dedicação exclusiva em nossa congregação. E olhe que Petrolina é uma cidade próspera:
·         Está entre as que mais crescem no Brasil,Possuindo uma grande economia baseada na cultura irrigada,.
·         Possui moderno aeroporto com vários vôos diários para as principais capitais brasileiras.
·         possui entorno de 300.000 habitantes e a cidade irmã Juazeiro, apenas separada pelo rio, mais 200.000. Em nossa região, em um raio de 10 km existem 1 universidade federal, 2 estaduais, 1 centro federal de tecnologia, 1 senai que forma mais de 500 técnicos por ano e diversas faculdades particulares.

Não só em Petrolândia/Petrolina, mas também em diversas partes do Brasil diversas igrejas sofrem com a falta de pastores reformados batistas e que aceitem a Confissão Batista de 1689 na integra e sem interpretações particulares. Não só a formação de  novos líderes, mas também o sustento dos que existem torna-se um alvo fundamental para a sobrevivência das nossas igrejas. Oremos por isso.

sábado, 6 de agosto de 2011

CRECHE PRESBITERIANA “CASA DA ESPERANÇA” ESTÁ SE TORNANDO REALIDADE


Pr Wellington Alves
O que era apenas um sonho começa a se fazer realidade. A obra de construção da Creche Presbiteriana CASA DA ESPERANÇA, a primeira do Vale do São Francisco e do Presbitério de Petrolina-PE, está em pleno andamento.
A obra está em sua segunda fase - as paredes estão sendo erguidas. São 4 salas de aulas, um refeitório,um depósito, dois consultórios e dois banheiros infantis.
A creche faz parte de um grande projeto social desenvolvido pela  Igreja Presbiteriana do Bairro Dom José Rodrigues em Juazeiro-BA.     A “Casa da Esperança” vai funcionar de 7:30 às 17:30 e atender 100 crianças de 2 a 4 anos de idade. Elas terão 3 refeições diárias e dois lanches, além de atendimento médico-odontológico.
As crianças vão passar o dia sob os cuidados da creche, enquanto suas mães irão trabalhar. Vamos atender as famílias dos bairros Dom José Rodrigues, Morrão, Juazeiro V e Pedro Raimundo, comunidades carentes que circunscrevem a área de atuação da Creche CASA DA ESPERANÇA. O caráter cristão estará presente em todas as ações promovidas por essa instituição.
As doações não param de chegar. Deus tem tocado os corações de homens e mulheres. Pedimos aos irmãos que estejam orando por esta obra, pois temos agora, pela frente, um grande desafio: captar recursos para comprarmos madeira e telha para a cobertura da nossa Creche.
disponivel em 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Deliberações da Assembléia da Comunhão Batista Reformada


Prezados irmãos,

Na qualidade de Secretário da Comunhão, informo que a Assembléia concluiu, na tarde deste dia, seus trabalhos deliberativos. Dentre as decisões tomadas, constam: (1) nomeação de uma Comissão para reforma do atual Estatuto; (2) nomeação de uma Comissão para pensar uma lista de atividades a serem atribuídas ao Secretário Geral; (3) eleição do Conselho Administrativo; (4) eleição da Diretoria Estatutária; e, (5) data e local da próxima Assembleia. Destaco, aqui, os pontos (3), (4) e (5).

Foram eleitos os seguintes irmãos para compor o Conselho Administrativo da CRBB: Alberto Vieira Costa (Florianópolis, SC), Pr. Edson Rosendo de Azevedo (Caruaru, PE), Pr. Gilson Carlos de Souza Santos (São José dos Campos, SP), Pr. Mario Jorge dos Santos (Duque de Caxias, RJ), Pr. Mauricio Silva de Andrade (Rio de Janeiro, RJ), Pr. Paulo César Campos Lopes do Valle (Volta Redonda, RJ), Pr. Valdir de Araújo Penaforte (Petrolina, PE), Pr. Wilson Porte Junior (Araraquara, SP) e  Tiago José dos Santos Filho (São José dos Campos, SP).

O Conselho, reunido, estabeleceu a seguinte Diretoria:

Presidente: Pr. Paulo César Campos Lopes do Valle
Primeiro Vice-Presidente: Pr. Wilson Porte Junior
Segundo Vice-Presidente: Pr. Edson Rosendo de Azevedo
Primeiro Secretário: Alberto Vieira Costa
Segundo Secretário: Pr. Mauricio Silva de Andrade
Primeiro Tesoureiro: Pr. Valdir de Araújo Penaforte
Segundo Tesoureiro: Pr. Mario Jorge dos Santos

Acerca da data e local para a próxima Assembleia, temos uma boa direção de que ocorra em Florianópolis (SC), tendo como igreja hospedeira a Igreja Batista Reformada Vida Nova, no período de 25 a 28 de julho de 2012.

Pelo Conselho,

Pr. Paulo César Valle
Primeiro Secretário

sábado, 30 de julho de 2011

Cristãos sofrem ataques e proibições em sua comunidade

ÍNDIA (32º) - Em uma vila, na Índia, os cristãos estão tentando suportar a perseguição que seus vizinhos incrédulos lhes têm imposto. Em 18 de março, os crentes estavam tendo uma reunião de oração em uma casa, quando um homem chamado Kushal Mehta atacou o telhado da casa com todos estavam lá dentro. Depois, ele e outros invadiram a casa e destruíram alguns móveis.

Os cristãos não iam dizer nada a Kushal, mas, quando saíram da casa, perceberam que ele também tinha destruído a casa pelo lado externo. Para evitar que ele escapasse sem consequências legais, eles o detiveram.

O chefe da aldeia chegou, avaliou a situação e assumiu a responsabilidade de punir Kushal. Todos pensaram que o julgamento iria ocorrer no dia seguinte, mas nenhuma audiência foi marcada. O líder da aldeia disse que iria definir um dia para o veredito nos próximos dias.

Como o líder da aldeia demorou a dar resposta sobre o caso do ataque, o vice-líder da aldeia, Shoorsen Singh, também ignorou o ocorrido. Shoorsen dissera,anteriormente, que queria matar todos os cristãos e destruir suas casas.

Novos incidentes aconteceram depois. Poucos dias após esse incidente, uma senhora cristã ia caminhando até o poço da aldeia para pegar água, quando alguém a derrubou e jogou seu vasilhame no meio da estrada. A pessoa que a atacou disse-lhe que cristãos não podiam pegar a água do poço.

A notícia se espalhou, por toda a comunidade, de que os cristãos não estavam  autorizados a tirar água do poço. Mais tarde, naquele mesmo dia, o filho de Kushal, Sameen, quebrou o pote de água de outro cristão.

Das 65 famílias que vivem na aldeia, apenas oito seguem a Jesus. A maioria, que não é cristã, não vai deixar que os crentes peguem a água do poço.

Esta não é a primeira vez que os extremistas tentam negar água aos cristãos. As oito famílias de cristãos pedem oração, para que Deus possa abrir a mente e o coração daqueles que os estão perseguindo.

fonte:missaoportasabertas.org.br

sábado, 23 de julho de 2011

Pastor é detido em São Paulo, após pregar sobre praticas homossexuais

ZENOBIO FONSECA
No dia 28/06/11 por volta das 15h00min um pastor que pregava sobre práticas homossexuais, citando versículos bíblicos etc., foi detido e levado para prestar depoimento na delegacia. Segundo testemunhas um "ouvinte" que passava por ali se sentiu ofendido com as palavras que o pastor dizia, e logo chamou a polícia que tentou amenizar a situação, mas devido ao tumulto um policial usou spray de pimenta para afastar curiosos e ouvintes.
Na Praça da SÉ existem alguns pastores que pregam todos os dias, e cada dia é um pastor diferente
Não faço nenhum juízo de valor sobre a forma e o modelo de pregação feita  naquele local, mas o absurdo é que o pastor que ali estava tem o seu direito constitucional e liberdade de expressar a sua fé e valores, mas mesmo assim foi impedido de continuar a sua fala... Enquanto isso a marcha pela liberdade e maconha, marcha pró-gays e sodomia, marchas das vadias, são livres e recebem apoio estatal e liberdade do judiciário.
Olha que o PLC 122/06 sobre a criminalização da homofobia ainda não foi aprovado no Brasil... Se estivesse em vigor o que seria daquele homem...
O perigo é assistirmos a este fato e continuarmos calado como se não fosse importante ou não termos nada a ver com isso.
http://zenobiofonseca.blogspot.com/2011/07/pastor-e-detido-em-sao-paulo-apos.html

ASSISTAM

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Cristofobia: Homossexuais e a sua jihad contra os cristãos


(Os planos gayzistas de Michael Swift e os resultados atuais)

É sempre bom relembrar o texto escrito por Ed Vitagliano, do AgapePress, trazendo as ameaças de Michael Swift, publicadas originalmente em 1987 no Gay Community News.
(AgapePress) — “Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas”. Isso foi o que Michael Swift, um “revolucionário gay”, declarou na edição de fevereiro de 1987 do boletim Gay Community News (Notícias da Comunidade Gay).
“Michael Swift” era um pseudônimo, e a primeira linha da agora infame e louca retórica homossexual — que foi até citada no Registro do Congresso dos EUA — afirmava que o artigo inteiro era uma “fantasia cruel” que explicava “como os oprimidos sonham desesperadamente em ser os opressores”.
O “sonho” era cheio de um cenário de pesadelo que parecia algo como um golpe de Estado fascista: “Todas as leis que proíbem a atividade homossexual serão revogadas… Faremos filmes sobre o amor entre homens heróicos… A unidade da família — o terreno de criação de mentiras, traições, mediocridade, hipocrisia e violência — será abolida… Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas”.
Quando o artigo acabou sendo exposto em publicações cristãs, os crentes ficaram horrorizados, e os ativistas homossexuais tentaram fazer pouco caso do conteúdo do artigo, afirmando que seu propósito era meramente satírico.
Não muitos cristãos, porém, viram o humor nos sentimentos de Swift, expressos nas seguintes declarações: “Sodomizaremos seus filhos… Nós os seduziremos em suas escolas, em seus dormitórios, em seus ginásios, em seus compartimentos, em suas quadras esportivas, em seus seminários, em seus grupos de jovens, nos banheiros de suas salas de cinema, em seus quartos do exército, em suas paradas de caminhões, em seus clubes masculinos, em suas casas do Congresso, onde quer que os homens estejam junto com homens”.
Quer ou não as palavras loucas desse “revolucionário gay” tivessem o propósito de satirizar, o que é de chamar a atenção é o sucesso extraordinário do plano apresentado no artigo. Quem é que pode duvidar de que os ativistas gays conseguiram fazer o sistema legal — principalmente depois da decisão Lawrence versus Texas (2003) do Supremo Tribunal dos EUA que invalidou as leis contra a sodomia — cair aos seus pés? Ou que Hollywood tenha voluntariamente se comprometido a usar seus recursos tremendos para lutar em favor da legitimação homossexual? Ou que a unidade da família virtualmente cessará de existir no sentido tradicional se o casamento gay e as adoções gays forem legalizadas em todos os lugares?
Embora afirmem querer só igual proteção diante da lei, os planos reais dos ativistas homossexuais são simples: a completa mudança da sociedade para se ajustar à opinião homossexual acerca da sexualidade humana, casamento e família.
Isso não é exagero. Paula Ettelbrick é ex-diretora legal do Fundo Lambda de Educação e Defesa Legal e hoje diretora executiva da Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos. Ettelbrick declarou: “Ser homossexual é muito mais do que só manter a casa arrumada, dormir com uma pessoa do mesmo sexo e buscar aprovação governamental para ter esses direitos… Ser homossexual significa modificar os parâmetros do sexo, sexualidade e família e, no processo, transformar a própria estrutura da sociedade… Devemos manter os olhos na meta… de reordenar radicalmente o modo como a sociedade vê a realidade”.
Táticas de Guerra
Então, uma utopia homossexual aguarda esses ativistas, se tão somente eles conseguirem lidar com esses incômodos cristãos. Mas se a estratégia é remover o obstáculo que a Igreja representa, quais são as táticas que serão usadas para alcançar a vitória?
Essa pergunta foi respondida já em 1985, quando em seu artigo para a revista gay Christopher Street, Marshall Kirk e Hunter Madsen causaram sensação com seu plano de “persuadir os heterossexuais” a aceitar o homossexualismo. O artigo deles foi expandido num livro sobre o assunto, o bestseller número um nos EUA After the Ball: How America Will Conquer Its Fear and Hatred of Gays in the ’90s (Depois do Baile: Como os Estados Unidos Vencerão Seu Medo e Ódio dos Gays na Década de 1990).
Kirk e Madsen estabeleceram como centro de sua estratégia usar os meios de comunicação como ferramenta de propaganda para persuadir a maioria das pessoas de que é legal ser gay. Mas eles também trataram da questão do que fazer com a oposição endurecida — isto é, pelo menos em termos institucionais, aqueles que seguem a “autoridade religiosa” da Igreja. Os ativistas gays, dizem os autores, precisam adotar duas abordagens para neutralizar a ameaça de uma oposição liderada por cristãos enérgicos.
Primeiro, para “confundir” o que Kirk e Madsen chamaram de “homofobia dos crentes verdadeiros”, eles sugerem que os gays “enlameiem as águas morais”. Em parte, pode-se fazer isso “dando muita publicidade ao apoio das igrejas moderadas aos gays” e “expressando nossas próprias objeções teológicas acerca das interpretações conservadoras dos ensinos bíblicos”.
Essa estratégia foi aplicada com um sucesso tremendo nas principais denominações protestantes dos Estados Unidos, tais como a Igreja Episcopal, a Igreja Metodista Unida, a Igreja Evangélica Luterana e a Igreja Presbiteriana. Os ativistas homossexuais em cada uma dessas importantes denominações obscureceram tanto as questões acerca da posição bíblica sobre a homossexualidade a ponto de ameaçarem cada uma com divisão e ruína.
Para as igrejas que resistem ao chamado de sereia de abraçar o completo relativismo moral, Kirk e Madsen recomendaram uma segunda estratégia. Eles sugeriram que os gays “minem a autoridade moral de igrejas homofóbicas retratando-as como estagnadas e antiquadas, em descompasso com os tempos modernos…”
Portanto, nenhum cristão deveria ficar surpreso de se ver representado, em inúmeros programas de TV, como fanáticos que pensam que são mais justos do que todo mundo ou lunáticos encolerizados que simplesmente se recusam a aceitar o fato de que as coisas mudaram na sociedade.
Apesar disso, Kirk e Madsen sabiam que seria difícil acabar com a autoridade religiosa das denominações cristãs nos EUA. Por isso, as igrejas continuariam a agir a qualquer momento como poderoso impedimento para aceitação da agenda homossexual. Kirk e Madsen compreendiam, por exemplo, que não seria suficiente simplesmente ridicularizar os “pastores fundamentalistas que pregam bobagens com ódio histérico”.
Em vez disso, eles disseram: “Contra a poderosa influência da religião institucional devemos utilizar a força maior da ciência e da opinião pública (o escudo e a espada do maldito ‘humanismo secular’). Tal aliança profana funcionou muito bem contra as igrejas antes, em tais questões como divórcio e aborto”.
Assim, os cristãos envolvidos no campo da guerra cultural se acostumaram a defender a posição judaico-cristã acerca da sexualidade contra as declarações de que a ciência “provou” que o homossexualismo é genético. A mesma verdade se aplica às declarações de que todos os grupos profissionais médicos e de saúde mental dizem que ser gay ou lésbica é tão natural quanto ser canhoto. Tais declarações “científicas” sem dúvida têm desempenhado um papel muito importante na mudança da opinião pública acerca dessa questão.
Mas além dessas táticas, Kirk e Madsen disseram que há a necessidade de também se fazer planos para lidar com os “inimigos entrincheirados”, que poderiam persistir até em face das tramas de avanço inicial. Eles disseram: “Depois que os anúncios gays se tornarem comuns, virá a fase da campanha dos meios de comunicação em favor de direitos para os gays. Aí será o momento de ser duro com os inimigos que restarem. Para ser claro, eles deverão ser difamados”.
De novo, os cristãos espertos que estão prestando atenção ao que está acontecendo em nossa sociedade já podem ver isso ocorrendo. Nas escolas secundárias e nas universidades, por exemplo, crentes que ousam abrir a boca contra a agenda homossexual estão sendo ridicularizados e caluniados. Em empresas onde trabalham, alguns cristãos que se recusam a se submeter ao ambiente pró-homossexualismo reinante são repreendidos ou despedidos.
Não é preciso ter visão profética para entender que as igrejas não ficarão imunes à coerção também. Aliás, os ativistas gays e lésbicos na Marcha Nacional em favor de Direitos Gays e Lésbicos em Washington em 1986 fizeram esta reivindicação: “Deve-se negar a condição de isenção de pagamento de impostos às instituições que discriminam contra os gays e as lésbicas”.
Dá para imaginar que em futuro próximo, as igrejas poderiam ser ameaçadas com a perda de sua condição de isenção de impostos se recusarem contratar empregados homossexuais?
Alguns poderiam zombar de tal ameaça, confiando na proteção constitucional da religião como um escudo. Mas alguns ativistas homossexuais parecem ver a liberdade religiosa como um obstáculo a ser vencido. Por exemplo, a advogada lésbica Barbara Findlay predisse que “a batalha legal em favor de direitos homossexuais um dia será um confronto entre liberdade de religião versus orientação sexual”.
Se a orientação sexual chegar a ser consagrada como uma condição protegida nas leis federais e estaduais, qual outro direito vencerá esse confronto?
Por enquanto, os ativistas podem simplesmente tentar suprimir a livre expressão religiosa toda vez que se sentirem de mau humor.
Por exemplo, quando uma igreja em Boston realizou uma conferência com a mensagem de que Jesus pode libertar gays e lésbicas desse estilo de vida, eles sofreram perturbações e terrorismo de centenas de ativistas homossexuais e simpatizantes do lado de fora — enquanto a polícia de Boston permanecia parada sem nada fazer.
Finalmente, se os ativistas chegarem a alcançar sua meta de incluir o termo orientação sexual nos estatutos federais de crimes de preconceito, muitos grupos pró-família temem que tal momento será decisivo para um avanço que permita que as leis tratem como crime toda expressão e pensamento contrário ao homossexualismo.
Em seu artigo, o aviso final de Warren deveria fazer com que os cristãos sábios discirnam com exatidão os tempos em que vivemos: “Já capturamos as instituições liberais e a imprensa. Já derrotamos vocês em muitos campos de batalhas. E temos o espírito da era do nosso lado. Vocês não têm nem a fé nem a força para lutar contra nós. Portanto, bem que vocês poderiam se render agora mesmo”.
Ed Vitagliano, é um colaborador regular de AgapePress, e é editor de notícias de AFA Journal, uma publicação mensal da Associação da Família Americana.
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E, ainda, vindo da comunidade Canção Nova:
O que já está acontecendo
Muito diferentes dos homossexuais que, angustiados, procuram o sacerdote para obter o perdão de seus pecados e o auxílio para abandonar seu vício, os homossexuais militantes orgulham-se de sua prática antinatural e têm sido autores de graves perseguições religiosas. Em 10 de abril deste ano, a BBC noticiou que o arcebispo de Gênova (Itália), presidente da CEI (Conferência Episcopal Italiana) foi colocado sob escolta policial depois de ter recebido ameaças de morte de ativistas homossexuais.[4] Na Inglaterra, o bispo anglicano de Hereford, Anthony Priddis, está sendo processado por ter-se recusado a empregar um homossexual declarado (lá foi aprovada a “Lei de Orientação Sexual”, semelhante àquela que nosso presidente pretende sancionar).[5] Na Suécia, em julho de 2004, o pastor Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão contra o homossexualismo.[6] No Brasil, em 2004, o arcebispo emérito do Rio de Janeiro Dom Eugênio Sales foi ameaçado com uma enxurrada de processos vindos de homossexuais, incomodados por artigos de jornal que criticavam suas condutas.
Logo no primeiro dia da visita do Santo Padre ao Brasil (09/05/2007), “cerca de 350 integrantes de movimentos de gays e simpatizantes da Bahia, liderados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) [...] ocuparam as escadarias da Catedral da Sé, no Centro da Capital Baiana, e queimaram uma foto ampliada do pontífice. Além disso, promoveram um apitaço, estendendo faixas com mensagens de protesto contra a presença do pontífice. Na maior das faixas, lia-se: ‘Papa Bento XVI, chega de inquisição! O amor não tem sexo!’.”[7]
O governo Lula tem empregado maciçamente o nosso dinheiro para a promoção do homossexualismo. A frase a seguir é de um líder homossexual e refere-se ao montante investido no programa “Brasil sem homofobia”:
O que está para acontecer
A lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da “homofobia”, está muito longe de ser inofensiva. Já agora os homossexuais militantes, organizados em associações, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, vêm obtendo, junto ao Judiciário, indenizações por “danos morais”, pensão alimentícia após a morte do “companheiro” e inclusive o direito de adotar crianças! Há juízes e tribunais decidindo contra a lei, à semelhança daqueles que “autorizam” a prática de um aborto de bebê anencéfalo.
O PLC 122/2006, se convertido em lei, conforme compromisso do presidente, acarretará uma perseguição religiosa sem precedentes em nosso país. Vejamos:
  • A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) por homossexuais (art. 7°).
  • Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).
  • A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (“ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”).
  • A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)
Quer dizer, o momento é de alerta total, e será preciso uma ação decisiva para prevenir, antes de ter que remediar.
P.S.: Este blog não defende qualquer tipo de discriminação contra os homossexuais, mas, da mesma forma, defenderá o direito de que os heterossexuais não sejam discriminados pelos homossexuais. Infelizmente, com a tentativa do PLC 122/2006, é isso que os gayzistas têm tentado fazer. Isso, é claro, requer um revide. Revide, é claro, que deve ser destinado apenas aos gayzistas, e não a todos os homossexuais, obviamente.
FONTES:
http://darwinismo.wordpress.com/2009/12/20/cristofobia-homossexuais-e-a-sua-jihad-contra-os-cristaos/
http://neoateismodelirio.wordpress.com/2009/12/01/os-planos-gayzistas-de-michael-swift-e-os-resultados-atuais/