MEDITANDO NO TRABALHO MISSIONARIO

Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.

Isaías 6:8

sábado, 14 de julho de 2012

SEGUINDO JESUS DE MODO INÚTIL



Pr  Edson Azevedo
Jesus convidou que os cansados e oprimidos fossem a Ele que seriam aliviados, que tomassem sobre si o seu jugo e aprendessem dele, que encontrariam descanso para as suas almas, porque o seu jugo era suave e o seu fardo, leve. Jesus ordenou que os homens entrassem por Ele, posto que era a porta. Ordenou que os homens bebessem dele, posto que era a água viva, e que comessem do pão que ele oferecia, posto que era a verdadeira comida. Ele se colocou como o verdadeiro maná que desceu do céu, dizendo: "Quem de mim se alimenta por mim viverá". Jesus convidou os homens a segui-lo, a fim de que tivessem a vida eterna. Mas o seguir a Ele deveria acontecer conforme as regras dele e não conforme os homens desejam que seja. Ele ordenou que os que quisessem segui-lo deveriam ter disposição de deixar tudo aquilo que lhes atrapalhasse a caminhada após Ele, fosse o que fosse. Por exemplo: se a esposa estivesse se opondo a essa tarefa, então ela deveria ser deixada para trás. Igualmente o filho, deveria ser descartado. Ou ainda o marido, ou ainda a empresa, a vida de fama, de prestígio, não importa. Ele chegou a dizer que aquele que tivesse a própria vida colocada em xeque, por causa do seguir a Ele, deveria abdicar da própria vida, contanto que mantivesse sua fidelidade a Ele nesse seguir.

Por tudo isso, vemos que muitos seguem a Jesus de modo vão, ineficaz, inútil. Querem seguir Jesus de acordo com suas regras, e não de acordo com as regras que Ele estabeleceu. Essas, seguramente, são as pessoas mais infelizes do mundo, pois estão enganadas aqui e estão enganadas quanto à vida eterna, pois nunca a verão, por mais que se esforcem, pois estão seguindo Jesus de maneira inútil, do modo como Ele nunca prescreveu. Os pregadores avisam aos pecadores de antemão, para que nenhum deles permaneça no engano, mas corram após Jesus segundo as regras que Ele ordenou e que estão bem claras na sua Escritura. Do contrário, uma eternidade de terror e trevas aguarda todos esses que seguem a Jesus de modo inútil.


                                                Edson Azevedo é pastor da Primeira Igreja Batista Reformada de Caruaru - Pernambuco-Brasil

domingo, 8 de julho de 2012

UM ALERTA CONTRA O BOMBARDEIO HOMOSSEXUAL DA MÍDIA


http://fieleapalavra.blogspot.com.br/2011/07/silas-malafaia-critica-parada-gay-e.html


Recentemente, Anderson Cooper repórter e âncora da rede de televisão CNN assumiu sua homossexualidade. O Washington Post e vários outros órgãos de comunicação divulgaram, o acontecimento. Solano Portela, escreveu em seu blog tempora-mores.blogspot.com.br, um artigo interessante sobre o assunto. Ele comenta:

O ultra competente repórter e âncora da rede de televisão CNN, Anderson Cooper, “saiu do armário” e declarou publicamente que é gay. Personalidade televisiva de alta exposição, que apresenta as notícias e o cenário político e social norte americano, Cooper ficou também conhecido por suas reportagens internacionais e presença em áreas de desastres, conflito e risco, como no Haití, logo após o grande terremoto; no Egito, no meio da pseudo (mas violenta) revolução, da chamada “primavera árabe” (que tem substituído ditadores sanguinários, por xiitas radicais – seis, por meia-dúzia); e, ultimamente na fronteira da Turquia com a Síria.

Nascido em berço de ouro (é filho da socialite-atriz Glória Vanderbilt com o ator Wyatt Cooper), Anderson chama a atenção não somente por sua competência, desembaraço e fluência verbal, mas também por seus cabelos platinados e pelos suspiros e comentários advindos do público feminino. Essa não é bem a sua praia e a sua homossexualidade, que se comentava a boca pequena nos círculos gays, agora foi confirmada pelo próprio Cooper. O Washington Post e vários outros órgãos de comunicação divulgaram, hoje (03.07.2012) uma troca de e-mails entre o Anderson Cooper e o articulista Andrew Sullivan, que preparava uma matéria para o seu blog em The Daily Beast e para o periódico EntertainmentWeekly, sobre “A Nova Arte de Sair [do armário] em Hollywood”.

Desde que a notícia correu o mundo, as reações e comentários não param de surgir. Apenas algumas horas depois a Ellen DeGeneres (intensa defensora do lesbianismo) e Neil Patrick Harris (ator, que divulgou sua homossexualidade em 2006), entre outras personalidades do mundo do entretenimento, expressaram “orgulho”, aprovação e elogios a Cooper, em suas redes sociais. A alegria da comunidade Gay é evidente. De acordo com o articulista do Washington Post (Jonathan Capehart), “Cooper estava preocupado que o silêncio sobre sua orientação sexual desse a impressão de que ele esta ‘envergonhado ou até receoso’, e isso o impeliu a quebrar o silêncio sobre sua vida pessoal”.

O artigo do Washington Post é perturbador em vários sentidos. Primeiro, vemos como comportamentos que, antigamente, eram considerados imorais e promíscuos, agora se tornam motivo de adulações, elogios e entusiasmados gritinhos de apoio. Eu sei que muitos disputarão a classificação da homossexualidade como imoralidade, principalmente no meio de uma sociedade que está cada vez mais sem padrões ou referências de moralidade. No entanto, não existe outra forma correta de encarar essa postura e comportamento, mas como desvio da sexualidade original e fundamental à estrutura da Criação de Deus – e assim Ele a trata nas Escrituras Sagradas.

Mas o segundo aspecto do artigo, mais perturbador ainda, é o foco explícito aos jovens e crianças. O autor diz que Cooper sempre se esquivou de responder a perguntas pessoais, mas ele nunca escondeu a sua “sexualidade”. A sua família, seus amigos, seus superiores e seus colegas – todos sabiam de sua inclinação e prática. Nisso, ele continua, Cooper era autêntico e isso é o que importava. Mas agora, ressalta o articulista, ele está sendo autêntico para o seu público e para todos aqueles garotos gays que agora possuem mais outro modelo proeminente de postura, que se desvela! Pasmem! Serão esses os novos modelos a serem seguidos por nossa juventude? Refletindo o pensamento de uma amiga minha, sobre essa “revelação” do Cooper, a situação está tão bizarra que, a cada exposição pública da sexualidade equivocada temos mais um integrante no panteão de heróis do século 21. Aqueles que acham que não devemos vigiar e estar alertas aos sinais cruzados que são continuadamente martelados às novas gerações, devem revisar suas conclusões. A cada dia, nossa sociedade se torna mais amoral, mais complacente com o erro, mais intolerante com aqueles que desejam preservar os traços de propriedade, recato e padrões que caracterizam a família. Não precisamos de heróis nem de modelos como esses, muito menos para os nossos filhos.
Solano Portela


Mais informações sobre o assunto

A pressão da mídia sobre os jovens e adolescentes de nossa geração é enorme e real. Como cristãos precisamos pensar biblicamente e amorosamente sobre o assunto. Não é uma questão de praticarmos discurso de ódio ou homofobia, mas uma questão de discordamos amorosamente aquilo que a comunidade homossexual tem defendido. Não é ódio, pois, como Piper aponta, o ódio busca destruir, e nosso alvo é a alegria e salvação eterna de todo ser humano, heterossexual ou homossexual. Então, queremos ajudá-lo com mais conteúdo sobre o assunto:
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Livro:
Desejo e Engano por Albert Mohler Jr.. É um excelente livro para nos auxiliar a responder às mais relevantes questões da sexualidade dos dias de hoje. Confira por você mesmo lendo um trecho do livro.
Artigos:
Há vários artigos que você pode ler. Algumas sugestões abaixo:
Para a glória de Cristo e o bem de heterossexuais e homosseuxais,
vINICIUS




QUAL SEU PAPEL DENTRO DA IGREJA


Pr. Edson Azevedo Rosendo

Membros da Igreja Batista Reformada de Petrolândia
Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também.Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito(1 Coríntios 12:12-13).

As Escrituras afirmam que Deus distribui dons e talentos para que os crentes, como membros do Corpo de Cristo, tenham funções diferentes, porém todos trabalhando para o bem comum, da mesma forma que os membro de um corpo humano cooperam juntamente para seu bom funcionamento. Os dons são diversos, mas o propósito é o mesmo, de modo que todas as funções são necessárias e essenciais, não havendo órgão mais importante do que outro, posto que cada um, cumprindo seu papel, o corpo será harmônico e produtivo, em nada deficiente.

Infelizmente, porém, encontramos no Corpo da igreja membros que não exercem seu papel, outros que querem exercer o papel dos outros, outros que querem exercer seu papel e também o papel dos outros, outros ainda que exercem seu papel muito mal e outros que o exercem de modo muito bom. Porém, esse modelo não é o ideal. Antes, que todos possam cumprir seu papel, seja complexo, seja simples, pois todos visam à harmonia, ao bem-estar e à produtividade do Corpo. Assim como, em uma orquestra, nenhum instrumento pode dispensar o outro, por se achar mais importante do que ele, assim também no Corpo de Cristo – a igreja – todos devem se sentir igualmente úteis, importantes, necessários e produtivos, que preguem a Palavra de Deus de modo integral, sem qualquer mercadejamento, mas de modo pleno, apaixonado, de boa vontade.
É dessa forma que o Corpo de Cristo – a igreja – crescerá o sólido crescimento na adoração, nas missões e na prática do amor, tornando-se impactante na sociedade onde está inserida, anunciando em Cristo a salvação dos pecados e instruindo os pecadores a uma rendição total ao Senhor Jesus Cristo, eles que estão às portas da morte, porque podem morrer durante uma viagem, mediante uma parada cardíaca, mediante um acidente. Cada qual, então, deve usar sem dom da melhor forma que lhe seja possível, com o máximo empenho que pode dispensar, a fim de que o Corpo de Cristo tenha a mobilidade requerida nos seus deslocamentos diversos. de outro modo, seremos responsáveis pela inércia do Corpo, pela sua pouca mobilidade, e até pela sua imobilidade plena, tornando o dinâmico Corpo de Cristo semelhante a alguém paraplégico, tetraplégico, dependente total de que outros o desloquem. que nunca sejamos achados cooperando para essa situação, pelo contrário, que cada um cumpra o seu papel, fazendo o melhor uso do dom que o Espírito lhe concedeu, a fim de edificar a sua igreja amada, coluna e baluarte da verdade.

Edson Azevedo Rosendo é pastor da Primeira Igreja Batista  Reformada de Caruaru- Pernambuco- Brasil

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A PERFEIÇÃO E SUFICIÊNCIA DA REVELAÇÃO DE DEUS



Pr. Fabiano Rocha
Deus revelou sua vontade de forma perfeita, embora ele tenha usado homens imperfeitos. A Escritura foi preservada e guardada de erros e sugestões humanas. Ela não foi produzida segundo a vontade e capacidade dos homens e não é fruto de consciência religiosa elevada. A Palavra de Deus é produto do sopro do Espírito Santo a homens santos que falaram da parte de Deus. Eles foram usados como instrumentos para escrever os conselhos e instruções do Senhor ao seu povo. Tudo o que foi escrito é suficiente para determinar a fé, formar o caráter do homem e direcionar sua conduta segundo a vontade de Deus. Paulo escrevendo a Timóteo diz que toda a Escritura é inspirada por Deus e apta para total instrução do homem, sendo, portanto, suficiente para esse fim. O salmista, expressando o caráter da revelação de Deus, diz ser ela perfeita para restaurar a alma. Ela transforma a alma, forma o caráter, nos aponta uma vereda segura, ilumina os caminhos escuros, nos faz sábios no caminho da salvação. Ela é o nosso alimento diário, sendo um poderoso meio de graça que nos faz crescer em Cristo. É também o cabedal de verdades que a igreja possui e que deve ser proclamado. Não deve haver nenhuma dúvida e muito menos desprezo por essa grande verdade, de que a Bíblia é o meio designado para a santificação e salvação dos homens.
Isso implica em dizer que nenhuma evidência de santificação nem chamada eficaz para a salvação são encontrados onde a Palavra de Deus é ignorada. Quanto ao primeiro aspecto, ela é perfeitamente apta para educação e correção na justiça. “Como manterá o mancebo puro o seu caminho? Observando segundo a palavra de Deus”, diz a Escritura. O salmista diz também que teve uma atitude firme em guardar no coração a Palavra do Senhor para não pecar. Através dela, tanto discernimos as faltas do viver bem como somos instruídos a andar na vereda da justiça. Cristo disse que o consolador nos guiaria a toda verdade. Ele nos conduz a tudo aquilo que Cristo ensinou e nos mandou observar. Cristo também asseverou que devemos fazer discípulos ensinando-os a guardar tudo o que Ele disse. Quanto ao aspecto salvador, se não houver pregação correta e proclamação legítima da Palavra de Deus, não haverá o chamado da morte para a vida. O Senhor usa sua Palavra para restaurar pecadores, bem como para chamá-los da condição em que se encontram: mortos. A fé nasce pelo ouvir e o ouvir a Palavra de Deus. Mas a pergunta que Paulo faz é: “como ouvirão se não há quem pregue?”. O chamado de Deus se faz ouvir pela proclamação da Palavra. Esse foi o meio designado por Deus. A igreja tem a incumbência de ir e pregar o evangelho. Cristo nos ordena a pregar. Paulo exorta a Timóteo a pregar a Palavra de Deus, a tempo e fora de tempo.
Sendo assim, em nenhum aspecto a Escritura deve ser desprezada e nem substituída. Ela é perfeita e suficiente para fazer valer os desígnios de Deus. A Bíblia deve ser o nosso alimento diário e nosso pão, bem como nossa pregação deve ser pautada por ela. Devemos ser cheios da Palavra do Senhor. Ela deve saturar nossa mente, nossa vida, nossa conduta, nossa fala, nossas decisões e planos. A Palavra de Deus deve habitar ricamente em nós. E essa habitação deve ser de forma rica e abundante (Cl 3:16).
PR Fabiano Rocha é pastor da Igreja Batista Reformada de Taguatiga-DF

sábado, 30 de junho de 2012

DEUS SENTADO NO BANCO DOS RÉUS



Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem - Romanos 1:32

Pr Edson Rosendo de Azevedo

Criado à imagem de Deus, ser racional, com o propósito mais sublime – adorar a Deus, o homem se meteu em muitas astúcias e contradições, tornando-se protagonista dos maiores absurdos de todas as criaturas, dos atos mais bestiais de todos os seres, dos paradoxos mais intensos dentre todos os cometidos. Os absurdos dos homens são tamanhos que todos os seres irracionais, incluindo os abutres, os animais peçonhentos e até as bactérias de esgotos, se tornaram credores impagáveis junto a eles.

 Dentre todos os absurdos realizados, o homem cometeu a insanidade de julgar a Deus, de colocá-lo no banco dos réus, de lhe impor um julgamento injusto, anárquico, irreverente e irracional. Jesus foi conduzido ao governador Pilatos, vassalo romano, tendo como promotores os membros do Sinédrio, que o acusaram com veemência, sendo interrogado pelo governador romano. Este, depois, o remeteu a outro governador romano, que dele escarneceu e o desprezou, tendo-o exposto ao ridículo quando ordenou que o vestissem com roupas de palhaço. Daí o devolveu ao governador de origem, que o interrogou mais uma vez e, finalmente, expediu o veredicto de condenação, mesmo não tendo encontrado nele qualquer indício de que tenha cometido um crime digno da pena máxima. Tudo isso aconteceu! Como pode o adorador julgar o seu Deus? Como pode a criatura julgar o seu Criador? Como pode o súdito julgar o seu Rei? Como pode o verme julgar o Soberano? Jesus estava ali, sentado no banco dos réus, porém réus eram o Sinédrio, Pilatos e Herodes. Que os crentes não cometam o desatino de julgar a Deus, achar que Ele poderia ter feito assim ou assado, achar que tal e tal ponto de vista é muito duro. Que nenhum crente se ache na condição irracional de ser reprovador do Senhor, mas que todos se humilhem diante de sua perfeição, santidade e, principalmente, diante de sua graça, que nos absolveu – nós, criminosos, que estávamos sentados no banco dos réus, já condenados, e Ele nos mudou a sentença, tirando-nos da morte e dando-nos a vida, a vida eterna.
Edson Rosendo de Azevedo é pastor da Primeira Igreja Batista de Caruaru

quinta-feira, 28 de junho de 2012

A ELEIÇÃO EM CRISTO PARA UMA NOVA VIDA


 
Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis(2 Pedro 1:10).
Pr  Fabio Rocha
          
Nós somos escolhidos em Cristo para sermos santos e irrepreensíveis. A natureza da escolha divina é para sermos totalmente separados para o seu inteiro agrado. É através de um procedimento santo que confirmamos nossa vocação celestial. Pedro diz que devemos procurar com diligência cada vez maior confirmar a nossa vocação e eleição (2 Pe 1:10).Todo cristão deve assumir esse compromisso diário de viver como eleito de Deus. Esse processo de confirmação se dá sempre de forma negativa e positiva. Negativa porque sobre nós pesa a implicação de fazer morrer, despojar-nos dos velhos trajes, tirar as roupas do velho homem que é uma vida totalmente escravizada pelo pecado. Esse lado negativo é a morte obrigatória do pecado na vida prática, esse é o imperativo da vida cristã. Porém, não somos chamados para ficar na neutralidade, estagnação ou nudez, mas, tendo em vista que tiramos as vestes velhas, também abandonamos os velhos hábitos e práticas e sepultamos nosso velho homem. A vida cristã não somente tem a implicação de morte, mas também possui o chamado à vida.
          A conversão traduz morte em vida. A nova vida descreve justamente o aspecto positivo desse processo contínuo que é vestir-se, colocar novas roupas. Devemos nos revestir do novo homem, que segundo o apostolo Paulo é criado em Cristo Jesus em retidão e justiça. Esses dois aspectos santificadores das nossas vidas foram claramente apresentados por Jesus quando Ele descreveu que a única maneira de viver para Deus seria negando-nos, tomando nossa cruz e seguindo-o (Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me -Mc.8:34). A grande verdade é que esse processo não se dá de forma fácil como se parece. Embora seja representado de forma figurada em algumas porções da Escritura, como despojamento e revestimento , ele se dá através de um vida diária de negação. Negar a si mesmo envolve a mortificação diária de tudo aquilo que rompe nossa comunhão com Deus , tudo aquilo que é pecaminoso e isso é feito tomando a cruz. Identificando-se diariamente com Cristo. A cruz é justamente a representação diária de que nela os meus pecados foram castigados em Jesus. Nela o meu Senhor morreu como maldito de Deus por causa das minhas transgressões e não devo mais viver uma vida pautado pelo pecado. Eu estou agora crucificado com Cristo e segundo Paulo não devemos viver mais mas Cristo deve viver em nós.
          Tudo isso resulta em uma vida de obediência. Devemos seguir a Cristo. Palmilhar os mesmos caminhos que Ela andou. Ele viveu como homem em total obediência a Deus , sua retidão foi até a morte. Nossa união com o redentor deve-se evidenciar através de obediência aos seus mandamentos. Através de uma obediência diária a Cristo demonstramos que o amamos, que estamos seguindo-o e que estamos nele. Quem está em Cristo é nova Criatura. (2 Co 5:17). As coisas velhas estão no passado. O presente deve ser caracterizado pelos hábitos , comportamento e virtudes da nova vida do novo ho-mem.
Fabiano Rocha  é pastor da Igreja Batista Reformada de Taguatinga

sábado, 23 de junho de 2012

O DIA EM QUE A INCREDULIDADE JULGOU A VERDADE


Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. 2 Coríntios 13:8

Petrolina/Juazeiro ao entardecer
Edson azevedo
Houve um dia na história, uma sexta-feira, em que Jesus esteve diante do sinédrio de Israel, logo cedo da manhã, para ser julgado. Estava maniatado como se fosse um elemento periculoso e ameaçador. Sentou-se no banco dos réus e nenhum advogado de defesa se apresentou para ajudá-lo, reivindicando seus direitos. Os membros do sinédrio eram em número de setenta homens, todos especialistas no entendimento e manuseio da lei e dos livros proféticos, sendo constituído de sacerdotes, sumos sacerdotes, escribas e fariseus. O juiz do tribunal e todos os demais membros rapidamente se transformaram em promotores, passando a acusar o réu de modo impetuoso e opressor. Estavam todos em desespero, porque tentaram conseguir testemunhas falsas, porém nenhuma convincente o suficiente para conseguir o aval do governo romano. Este era o único que detinha a autoridade para executar a pena capital e, por isso, o sinédrio temia que a "presa" escapasse de suas mãos, logo agora que seus membros conseguiram lançar mão dela.
Questionaram, então, Jesus, induzindo-o a produzir uma prova contra si mesmo, a fim de que tivessem com que acusá-lo de morte. Porém, nem naquela condição de aparente humildade e fragilidade a incredulidade prevaleceu. Antes, cumpriu rigorosamente todo o planejamento do Pai eterno, que designou seu Filho amado para tomar sobre si a penalidade da culpa dos pecadores, morrendo na cruz. A incredulidade e a ignorância, filhas da soberba e da ambição, cegaram os olhos dos entendidos da lei de Moisés e dos escritos dos profetas, de modo que enfrentaram a Verdade em pessoa e ainda se julgaram vencedores sobre ela. Mas não sabiam eles que a Verdade é absoluta e nunca perde para ninguém, muito menos para a incredulidade. A Verdade triunfou e Deus a honrou, na cruz, mediante a qual produziu vida, a nossa vida, vida que nasce da morte.